Macroeconomia e comércio internacional do arroz pautam painéis da Abertura da Colheita

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas terá como um de seus eixos centrais a análise de mercado, com painéis voltados à macroeconomia, formação de preços, comércio internacional e experiências práticas de exportação. O evento será realizado entre os dias 24 e 26 de fevereiro, na Estação Experimental Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS).

Na terça-feira, 24 de fevereiro, às 15h, o painel “O que esperar para 2026? Da macroeconomia às commodities” será conduzido por Felippe Serigati, pesquisador do Centro de Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) e do Observatório de Conhecimento e Inovação em Bioeconomia (OCBio). O debate propõe uma leitura do cenário macroeconômico a partir de seus efeitos diretos sobre os mercados de commodities, com atenção especial ao arroz.

Segundo Serigati, o foco da discussão vai além da observação isolada de indicadores como juros, câmbio ou Produto Interno Bruto (PIB). “O ponto principal é entender como a conjuntura macro afeta o mercado de commodities, especialmente o arroz, que tem passado por mudanças importantes no processo de formação de preços, cada vez mais conectado ao mercado internacional”, afirma. O pesquisador destaca ainda a necessidade de identificar quais variáveis macroeconômicas devem ser acompanhadas com mais atenção e quais cenários podem influenciar o preço do cereal no Brasil.

Na quarta-feira, 25 de fevereiro, às 10h, a programação avança para o comércio exterior com o painel “Oportunidades no Comércio Internacional de Arroz e as Exigências para Exportação”, com Yamila Saiz, da Damboriarena Escosteguy SRL, do Uruguai. A palestra abordará o ambiente internacional, requisitos técnicos e sanitários e as oportunidades para a inserção do arroz brasileiro em mercados externos.

Yamila destaca que, embora a produção de arroz envolva desafios permanentes, o setor também oferece oportunidades para quem observa o mercado com visão de longo prazo. “Produzir arroz é um desafio constante, mas é também um setor cheio de oportunidades para quem olha um pouco mais adiante. A ideia é convidar o produtor a pensar o arroz por uma perspectiva diferente, não apenas no presente, mas no que vem pela frente para o nosso setor”, afirma. Segundo ela, compreender os rumos do mercado internacional é fundamental para definir o posicionamento da cadeia nos próximos anos.

Outros temas de mercado também integram a programação do evento. No dia 24 de fevereiro, o “Painel Inaugural – Cenário Atual e Perspectivas: Conectando Campo e Mercado” reúne Denis Dias Nunes, presidente da Federarroz, Leonardo Ferreira Dutra, chefe-geral da Embrapa Clima Temperado, Eduardo Condorelli, superintendente do Senar, Domingos Velho Lopes, presidente da Farsul, e Alexandre Velho, presidente do Irga.

A agenda de 25 de fevereiro inclui ainda o painel “Cenário Macroeconômico: por que não contar com o governo”, com Antonio da Luz, economista-chefe do sistema Farsul e CEO da Agromoney; “Impactos da Reforma Tributária no Agronegócio e na Cadeia Produtiva do Arroz”, com Alessandro Acosta, da Safras & Cifras Consultoria Agropecuária, e Rhuan Oliveira, assessor jurídico da CNA; e “Arroz na Europa: Variedade, Mercado, Tendências e Consumo”, com Massimo Biloni, da Italian Rice Experiment Station e presidente da Rota do Arroz de Qualidade do Piemonte, na Itália.

No último dia, em 26 de fevereiro, o painel “Da Lavoura ao Mercado Global: Experiências Reais de Exportação” reúne Ariosto de Macedo Pons Neto, presidente da Cooperativa Agrícola Uruguaiana (CAUL), José Mathias Bins Martins, ex-presidente da Cooperativa Arrozeira Palmares, e Volzear Longaray Junior, diretor da Federarroz e presidente da Cooperativa de Cereais de Camaquã (Coopacc), com relatos práticos sobre os desafios e oportunidades da exportação.

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas tem como tema “Cenário atual e perspectivas: conectando campo e mercado”. O evento é uma realização da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), com correalização da Embrapa e do Senar, e patrocínio premium do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Informações e inscrições gratuitas no site www.colheitadoarroz.com.br.



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A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas terá como um de seus eixos centrais a análise de mercado, com painéis voltados à macroeconomia, formação de preços, comércio internacional e experiências práticas de exportação. O evento será realizado entre os dias 24 e 26 de fevereiro, na Estação Experimental Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS).

Na terça-feira, 24 de fevereiro, às 15h, o painel “O que esperar para 2026? Da macroeconomia às commodities” será conduzido por Felippe Serigati, pesquisador do Centro de Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) e do Observatório de Conhecimento e Inovação em Bioeconomia (OCBio). O debate propõe uma leitura do cenário macroeconômico a partir de seus efeitos diretos sobre os mercados de commodities, com atenção especial ao arroz.

Segundo Serigati, o foco da discussão vai além da observação isolada de indicadores como juros, câmbio ou Produto Interno Bruto (PIB). “O ponto principal é entender como a conjuntura macro afeta o mercado de commodities, especialmente o arroz, que tem passado por mudanças importantes no processo de formação de preços, cada vez mais conectado ao mercado internacional”, afirma. O pesquisador destaca ainda a necessidade de identificar quais variáveis macroeconômicas devem ser acompanhadas com mais atenção e quais cenários podem influenciar o preço do cereal no Brasil.

Na quarta-feira, 25 de fevereiro, às 10h, a programação avança para o comércio exterior com o painel “Oportunidades no Comércio Internacional de Arroz e as Exigências para Exportação”, com Yamila Saiz, da Damboriarena Escosteguy SRL, do Uruguai. A palestra abordará o ambiente internacional, requisitos técnicos e sanitários e as oportunidades para a inserção do arroz brasileiro em mercados externos.

Yamila destaca que, embora a produção de arroz envolva desafios permanentes, o setor também oferece oportunidades para quem observa o mercado com visão de longo prazo. “Produzir arroz é um desafio constante, mas é também um setor cheio de oportunidades para quem olha um pouco mais adiante. A ideia é convidar o produtor a pensar o arroz por uma perspectiva diferente, não apenas no presente, mas no que vem pela frente para o nosso setor”, afirma. Segundo ela, compreender os rumos do mercado internacional é fundamental para definir o posicionamento da cadeia nos próximos anos.

Outros temas de mercado também integram a programação do evento. No dia 24 de fevereiro, o “Painel Inaugural – Cenário Atual e Perspectivas: Conectando Campo e Mercado” reúne Denis Dias Nunes, presidente da Federarroz, Leonardo Ferreira Dutra, chefe-geral da Embrapa Clima Temperado, Eduardo Condorelli, superintendente do Senar, Domingos Velho Lopes, presidente da Farsul, e Alexandre Velho, presidente do Irga.

A agenda de 25 de fevereiro inclui ainda o painel “Cenário Macroeconômico: por que não contar com o governo”, com Antonio da Luz, economista-chefe do sistema Farsul e CEO da Agromoney; “Impactos da Reforma Tributária no Agronegócio e na Cadeia Produtiva do Arroz”, com Alessandro Acosta, da Safras & Cifras Consultoria Agropecuária, e Rhuan Oliveira, assessor jurídico da CNA; e “Arroz na Europa: Variedade, Mercado, Tendências e Consumo”, com Massimo Biloni, da Italian Rice Experiment Station e presidente da Rota do Arroz de Qualidade do Piemonte, na Itália.

No último dia, em 26 de fevereiro, o painel “Da Lavoura ao Mercado Global: Experiências Reais de Exportação” reúne Ariosto de Macedo Pons Neto, presidente da Cooperativa Agrícola Uruguaiana (CAUL), José Mathias Bins Martins, ex-presidente da Cooperativa Arrozeira Palmares, e Volzear Longaray Junior, diretor da Federarroz e presidente da Cooperativa de Cereais de Camaquã (Coopacc), com relatos práticos sobre os desafios e oportunidades da exportação.

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas tem como tema “Cenário atual e perspectivas: conectando campo e mercado”. O evento é uma realização da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), com correalização da Embrapa e do Senar, e patrocínio premium do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Informações e inscrições gratuitas no site www.colheitadoarroz.com.br.



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